Vila do Sossego

Letra de Vila do Sossego

Año2015
GéneroMpb
Duración3:30
Idioma originalPortugués
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Coordenadas de la letra

Letra original

PT
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Oh, eu não sei se eram os antigos que diziam Em seus papiros papillon já me dizia Que nas torturas toda carne se trai E normalmente, comumente, fatalmente, felizmente Displicentemente o nervo se contrai Oh, com precisão Nos aviões que vomitavam pára-quedas Nas casamatas, casas vivas, caso morras E nos delírios meus grilos temer O casamento, o rompimento O sacramento, o documento Como um passatempo quero mais te ver Oh, com aflição Meu treponema não é pálido nem viscoso Os meus gametas se agrupam no meu som E as querubinas meninas rever Um compromisso submisso, rebuliço no cortiço Chame o padre Ciço para me benzer Oh, com devoção