Cantiga Dum Marginal do Século XIX

Letra de Cantiga Dum Marginal do Século XIX

Año1975
Duración3:26
Idioma originalPortugués
Vistas5.4K
Coordenadas de la letra

Letra original

PT
La traducción todavía no está disponible. Mostramos la letra original.
18
Não me pergunto onde vou Os caminhos nunca acabam Andorinhas de asa negra Só vivem enquanto voam De polícia já estou farto Civil ou republicana De presidente de estado Bem fardado ou à paisana Chapéu preto bem nos olhos Residente em parte incerta Trago bombinhas com mel E os sentidos sempre alerta Da natureza nascemos Vivemos com a razão Vendo luas e não pago Imposto de transacção.