Carência

Letra de Carência

GéneroArrocha
Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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18
Dez pras seis da manhã e olha eu Camisa toda amassada, voltando pra casa Trago no corpo o cheiro De outra pessoa que não é você Eu te dou razões pra não me perdoar Mas ouça-me um pouco, senta aqui no sofá Desculpe esse cheiro forte de bebida É que afoguei as mágoas tentando te esquecer Prefiro sofrer na verdade que amar na mentira Viver na carência não vira Me ama direito, já faz mais de um mês Que a gente não faz amor, oh, oh, oh Prefiro sofrer na verdade que amar na mentira Viver na carência não vira Se eu durmo na rua, a culpa é sua Que não me dá valor