partilhado

Letra de partilhado

GéneroRegional
Duración4:58
Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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18
Clama um silêncio de várzea Pelo pasto enserenado E em cada cova de touro Berram protestos calados. E brota a flor do meu canto - sol poente colorado - Gritando a dor das ausências Pelos meus antepassados. O campo respeita os sonhos Dos que vivem seu amor, Valores que meras cifras Não podem medir em dor. Partilhas não legam honra A quem história não traz E o tempo faz sentença: Toda fortuna é fugaz. Quem foi campo e hoje é saudade, Sabe a dor do que perdeu; Cada grota e cada várzea Conta um pouco do que é seu. Em cada curva de sanga Vive a luz de um ancestral. Gritam vozes de invernadas Clamando a dor de um final. E o tempo fez sentença: Partilharam meu ideal.