Conversa de Comadres

Letra de Conversa de Comadres

GéneroForro
Duración5:00
Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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18
Ando tão apoquentada Com as luas da minha filha Sai sozinha noite dentro Inda praí cai numa armadilha Ela a sua é tal a minha Andam na sem vergonhice Saem à noite com os moços E até já houve quem as visse Refrão: Ai dona maria que as nossas gaiatas Andam aos beijos onde toda a gente as vê Eu cá por coisas até vou mais longe Fumam cigarros e mais sei lá o quê Vinha eu ontem da fonte Estava o sol já deitado Eu bem vi a sua filha A dar beijos a um mal encarado Sendo assim também lhe conto Que ontem também vi a sua Levantei-me eu manhã cedo E ela ainda andava na rua Refrão: Ai dona maria que as nossas gaiatas Andam aos beijos onde toda a gente as vê Eu cá por coisas até vou mais longe Fumam cigarros e mais sei lá o quê Veja lá o que há-de ser da nossa vida agora pois então Até já me diz que nem sequer se quer casar Digam lá se isto é coisa de gente que tem tudo no lugar Ou estou a variar É que eu ando cá com um pressentimento que qualquer dia ainda a apanho com um lá em casa... Refrão: Ai dona maria que as nossas gaiatas Andam aos beijos onde toda a gente as vê Eu cá por coisas até vou mais longe Fumam cigarros e mais sei lá o quê