A Vertente da Milonga

Letra de A Vertente da Milonga

Año2003
GéneroNativista
Duración6:34
Idioma originalPortugués
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Coordenadas de la letra

Letra original

PT
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Quem tem os sonhos no campo E o sortilégio na estampa Já perseguiu pirilampos Forjando a noite do pampa Quem viu a lua redonda Banhando as crinas no rio Cantou esporas de ronda Pra milonguear desafios Quem desatou o atavismo Do memorial dos galpões Conhece o fogo e o lirismo Da pulsação dos violões Sabe que o canto dos galos É a saudade do azul Querendo o sol de à cavalo Pelas planícies do sul A milonga é uma vertente De há muito, não é segredo É o pampa dentro da gente Querendo vazar nos dedos Quem se perdeu em repontes Seguindo o ocaso das brasas Já aramou horizontes Pra ter aurora nas casa Quem colhe a rosa dos ventos E bebe estrelas na sanga Tem tanto pampa por dentro Que se derrama em milonga