Potrilho, Potro e Pingaço

Letra de Potrilho, Potro e Pingaço

GéneroRegional
Duración4:48
Idioma originalPortugués
Vistas2.8K
Coordenadas de la letra

Letra original

PT
La traducción todavía no está disponible. Mostramos la letra original.
18
Uma clinera de algodão desta minha pelagem Ruana Placenta, areia e grama, depois, corpo cambaleando De a pouco, fui me firmando, cabeceando um ubre cheio Pra, depois, ser pataleio e outras horas retoçando Cortei o vento com a cara correteando no varzedo Corri penca com a cadente pra saber o mais ligeiro Quando vi, não era potrilho, era potro de ano e meio E percebi que andava perto o peso bruto do arreio A corda juntou meus cascos entre a poeira da mangueira E minha alma matreira se atorou num tombo só Aqui nestes cafundós é bocal, garra e chilenas Não se sabe o que é ter pena, não se sabe o que é ter dó Aqui nestes cafundós é bocal, garra e chilenas Não se sabe o que é ter pena, não se sabe o que é ter dó Potrilho, potro e pingaço, de primeira cambaleando Depois, me fui correteando, com o vento, enredei a clinera Senti a fúria das chilenas que me charquearam a puaço Nesta luta, braço a braço, ressonava a cantilena Se laçam, fico cinchando, se frouxam a rédea, troteio Se gritam um, êra, boi! Ando junto com o ponteiro Se cruzam a talha pra conta, sou eu que conto primeiro E, atado frente ao bolicho, relincho e sacudo o arreio Se laçam, fico cinchando, se frouxam a rédea, troteio Se gritam um, êra, boi! Ando junto com o ponteiro Se cruzam a talha pra conta, sou eu que conto primeiro E, atado frente ao bolicho, relincho e sacudo o arreio E, atado frente ao bolicho, relincho e sacudo o arreio