Santos Dumont

Letra de Santos Dumont

Duración1:35
Idioma originalPortugués
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Letra original

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18
Eu posso sentir infinidade nos seus olhos Em cada fala uma prosa Sem improviso provis? Em cada drama uma lembran?sem vel? Eu posso sentir suas curvas, sua saliva a gracejar. ?raro, talvez, inconveniente. O meu surto Que exala A sensibilidade que profana os fins do meu olhar ?raro, Uma dose de tequila Ou vinho, branco, no entanto. O engasgo virtuoso teu no corredor Murmurando o que certamente n??arte sem esplendor. Eu sei que existe palidez em uma conversa Contradi?s e controv?ias T?f?l frieza Mas voc? bela como voc?esma Sem brincos, sem pentear os cabelos. Sem proje?s Eu te invoco e voc?lutua Eu te grito e voc? minha mente Eu te invoco e voc?lutua Eu te grito e voc? sempre Eu te invoco e voc?lutua Eu te grito e voc? extremamente Eu te invoco e voc?lutua Eu te grito e voc?ncrivelmente Eu te invoco e voc?lutua Eu te grito e voc?ntende Eu te invoco e voc?lutua Eu te grito e voc?a minha frente Eu te invoco e voc?lutua Eu te grito e voc? minha sempre Eternamente