O rio e eu

Letra de O rio e eu

Año1997
GéneroRegional
Duración4:11
Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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Ao ver o rio correr bravio me perguntei Por onde andam estas águas mal domadas Eu sei que às vezes são serenas como asas E às vezes tensas como potros em debandada Ser como o rio me faz pensar num pago novo Andar e andar, sem ter licença e nem fronteira Poder cruzar terras sem dono ou proibidas Vagar solito, ser remanso ou corredeira Vestir a luz do sol em tons de colorado E murmurar uma cantiga à luz da lua Abrir os braços em abraços caborteiros Ao afagar o ventre da pampa xirua Vou como o rio sem ter desejo de voltar Sem vacilar, seguindo o rumo que ele mande Talvez um dia eu seja água em branca espuma Jorrando livre no vazio de um salto grande