Quando a Rua era Nossa - Orquestra (Ao Vivo)

Letra de Quando a Rua era Nossa - Orquestra (Ao Vivo)

Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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Nós estamos indo embora Aos poucos a geração se despede Levando lembranças que o tempo já não permite Um mundo onde as tardes não tinham fim O relógio corria devagar A vida era feita de momentos simples Hoje, esses momentos Viraram raridade Fomos a última geração A brincar na rua sem medo A correr descalço, subir em árvore Sem pressa de descer A se sujar de lama, tomar banho de chuva Aprender a cair e rir Com a medalha da infância no peito Cada arranhão era uma história para contar Não tínhamos celular Nem internet Mas tínhamos o tempo que hoje Parece tão longe Tempo para conversar na calçada Olhar o céu Tentar adivinhar Qual estrela brilhava mais Nossa diversão não pedia tela Só imaginação Cada brincadeira era uma aventura Cada corrida pela rua Uma liberdade Que não cabia no peito O pega-pega A bola improvisada Tesouros que o tempo Nunca vai apagar Fomos a última geração A brincar na rua sem medo A correr descalço, subir em árvore Sem pressa de descer A se sujar de lama, tomar banho de chuva Aprender a cair e rir Com a medalha da infância no peito Cada arranhão era uma história para contar Crescemos vendo nossos pais No trabalho duro Aprendemos o valor O respeito e a honestidade Mesmo com as dificuldades Sempre havia união Tudo isso era uma riqueza Que o dinheiro não pode comprar Somos parte de um tempo Que não volta mais Mas que vive em cada Ensinamento Em cada saudade que aquece Essas memórias Não morrem em silêncio Vivem de novo Em quem sabe sentir Sentir saudade Sentir a vida Saudade Cláudio Fontenelle, nosso porto seguro Nossa referência de amor