Onde o Silêncio Canta

Letra de Onde o Silêncio Canta

Idioma originalPortugués
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Caminhamos pelo asfalto quente, sem pressa Sem pressa, onde o sal encontra A primeira promessa, teu olhar é um porto Que eu não mapeei, não mapeei Mapa de estrelas que eu nunca desejei A cidade respira sob o nosso pé Sob o pé, e a dúvida vira uma brisa de fé É uma maré que não vai mais descer O tempo parou só para gente caber No balanço doce desse novo lugar Onde o silêncio começa a cantar É calma, é calma, é fundo, é o teu calor É o teu calor, não é coincidência É o nexo em fim, não é coincidência, é o nexo Em fim, teu silêncio tem o mesmo timbre que o meu O ruído do trânsito perdeu a cor, diante desse brilho Desse exato tom, estamos a deriva no centro do leblom Onde acaso produz o melhor som É uma maré que não vai mais descer O tempo parou só para gente caber No balanço doce desse novo lugar Onde o silêncio começa a cantar É calma, é calma, é fundo, é o teu calor É o teu calor Nada se move como nós No meio do mar, há sóis Nada se move como nós É uma maré que não vai mais descer O tempo parou só para gente caber No balanço doce desse novo lugar Onde o silêncio começa a cantar É calma, é calma, é fundo, é o teu calor É o teu calor É calmo, é fundo, só nós Hum, só nós