Galponeriando Solidões

Letra de Galponeriando Solidões

Año2017
GéneroAxe
Duración2:55
Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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A tarde deitou no horizonte Barreado de rubro ao fundo Anúncio de geada bem grande Deixando mais frio meu mundo Inquietudes pateiam o peito No catre vazio sem calor Tornando os sonhos, tapera Lembranças partidas do amor Sumiram do céu, as estrelas Da madrugada, o encanto A lua se foi com tristeza Mermaram os pirilampos Na solidão dos silêncios Um grilo desperta encanto Parceiro de noites varadas Que vem trazer acalanto A manga d'água ligeira Virou em garoa calma Sentando a poeira na estrada Molhando o poncho da alma Quando o sol abriu na manhã No galpão eu cevava ansiedades E na brisa do salso teu nome Ouvi e chorei de saudades