Dois Castelos (part. Coletivo Candiero, Calmará, Midian Nascimento, Marco Telles e Daniel Alves)

Letra de Dois Castelos (part. Coletivo Candiero, Calmará, Midian Nascimento, Marco Telles e Daniel Alves)

Idioma originalPortugués
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Quando os pés fraquejam, os joelhos tremem e vacila o caminhar Vejo uma pedra, um porto seguro, n'Ele eu posso me apoiar Quando os sentimentos são tão obscuros que não posso decifrar Vejo um coração com um amor tão firme, e n'Ele eu posso confiar Se uma tempestade vier destruir o castelo de areia que eu sou Tu és a rocha dentro de mim Se a fúria do vento me despedaçar em vestígios de cinzas e dor Tu és a rocha dentro de mim E eu vou seguir Uea, uea, uea Quando os pés fraquejam, os joelhos tremem e vacila o caminhar Vejo uma pedra, um porto seguro, n'Ele eu posso me apoiar Quando os sentimentos são tão obscuros que eu não posso decifrar Vejo um coração com um amor tão firme, e n'Ele eu posso confiar É imutável e não muda de lugar Contrariando a lógica, nos escolheu para morar Tu, castelo forte, e eu a me desmoronar Mas não veio para deixar tudo como está Veio para me moldar Mas não veio para deixar tudo como está Veio pra me salvar Ê, iê Uea, uea, uei, pra me salvar Se uma tempestade vier destruir o castelo de areia que eu sou Tu és a rocha dentro de mim, uô, uô Se a fúria do vento me despedaçar em vestígios de cinzas e dor Tu és a rocha dentro de mim E eu vou seguir