Império I: À Beira da Inexistência

Letra de Império I: À Beira da Inexistência

Duración2:24
Idioma originalPortugués
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Fomos lançados no tempo, arremessados nesse espaço. Onde a consciência clama, mas não existem ouvidos. Onde o homem não morre quando deixa de viver, mas sim quando deixa de escolher o que é melhor pra si. Robotização Humana Primeiro Mandamento: Manter-se Calado! As palavras frias nos seqüestram e blefam com ameaça de genocídio. Sim! A verdade ainda é um pecado, pois prorrogamos esse mito. Esse é o solo em que o poder colhe homens e sua semente é o medo. A escassez da informação nos corrompe. Torna-nos vulneráveis. Assim maquetes impõe o viver. Somos frutos dessa ordem. (e de repente é como se as leis da física voassem pela janela). Restauração Racional Podemos ser vivos, ardentes. Mais que regras ou proporções. Mesmo quando o espelho nos aponta inertes. Existiremos quando conscientes, pois a sabedoria nos edificará. Rasgue essa cela e voe, pois a vida que lhe espera estão tentando evaporar em engrenagens. Acredite! Até que consiga mergulhar em seu reservatório de vida, do qual poderá sorver aquilo que nunca ousou sonhar. Eterna busca por cessar os turbilhões da mente.