18 De Maio De 1498 ( A Pousa Samorim)

Letra de 18 De Maio De 1498 ( A Pousa Samorim)

Idioma originalPortugués
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18
Ela não cansa não Ela alcança, ela dança ela é imensidão Muitos sonhos do além As asas desse sonho voltam e provém Coração protegido A vida novamente faz sentido sim Sou multicolorido Fui absolvido pelo amor sem fim As plumas que repousam sobre as águas A pousa Samorim Entoa um lindo canto, um canto novo Ela é mesmo assim Abundância, meu direito a despeito Da terra que nasceu O mar a imensidão de tantas águas O que se mereceu