Samba-Enredo 1997 - Corpo de Mani, Dádiva de Tupã

Letra de Samba-Enredo 1997 - Corpo de Mani, Dádiva de Tupã

Idioma originalPortugués
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Um dia pro espanto da aldeia Uma semente crescia No ventre de Itaci, filha de Ambori Tuxaua da tribo Manau Envergonhado resolveu Pela raiz cortar o mal Mas num sonho Um Caruana vem contar Isso é coisa de Tupã Fruto de alimentar E aí nasceu Mani Tão branca como a luz da Lua Uma menina esperança O florescer da agricultura Mas o destino quis E ela foi embora O corpo numa igaçaba No terreiro da maloca Mani foi enterrada Depois de muitas luas, Sol e chuva Uma raiz brotava Rala, rala mandioca Espreme no tipiti Hoje tem farinha d'água Tapioca e tucupi Vem amor Vem cantar Na farinhada Os Piratas vão passar