No Fim Das Contas E Dos Contos (O Arcano Moderno)

Letra de No Fim Das Contas E Dos Contos (O Arcano Moderno)

ÁlbumLo Fi
Año2014
Duración3:56
Idioma originalPortugués
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Letra original

PT
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Vejo as fábulas, incorrigíveis... Meus amigos! Meio certo, estou quase certo (tudo errado aqui). Acertando o leme, afinando o golpe O cult cultuando os cultos Perdendo a fé, me atrevendo a falar Dando a cara a tapa e meus "tapas de luva" Aos que se levantam contra o que é feio O que é falso e contra o que eu digo Não vou tomar seu chá de ervas da inveja Temperando seu bolo podre da maldade Não há nada novo aqui! Não há espaço pra nós... Nem no bar, nem no cinema Façamos as malas, vamos mudar... Então tenho a chance de me levantar Tantas ervas venenosas, vamos tomar esse chá? Palmas pra ignorância e perda de tempo O novo é feio e belo pra vocês Que o amam! Os doze de mim mesmo hei de encontrar O óbvio e o inútil nesse mesmo rumo (cruel) As contas de hoje em dia que já não se somam Não sabe nada e vive as escuras (duras penas) Acendo a luz e você não vê (onde pisa) A marca do punhal em breve no meu peito aberto Você ainda não sabe a cor do sangue em suas veias Não há nada novo aqui! Não há espaço pra nós... Nem no bar, nem no cinema Façamos as malas, vamos mudar...