Nas Asas Da Solidão

Songtext von Nas Asas Da Solidão

Jahr2002
Dauer5:49
OriginalsprachePortugiesisch
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Originaltext

PT
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Morreu uma lágrima na baeta do poncho Dos olhos de quem eu jurei que queria Morrer por inteiro na silhueta morena Num beijo templado de luz e calmaria O cheiro da pele me trouxe florada A paz das aguadas nos olhos morenos Molhou de sereno tua face menina E dormiu nos meus braços no rancho pequeno E nas madrugadas fui o teu senhor Escravo do amor, peão em teus braços Geada e mormaço na luz da paixão E o meu coração que falta um pedaço E quando a saudade se faz bem maior E a solidão vem dar: Ô, de casa Me abrigo nas asas do meu poncho azul E as dores do sul vêm queimar em brasa Me resta a esperança de sermos um só Na paz do lugar que foi tua morada Amantes, parceiros, confidentes das penas Pra sermos num catre parte das madrugadas E se não vieres, vou morrer assim E um pouco de mim há de ficar na estrada Pra ser tua aguada, o teu pão de cada dia E, nas invernias, teu anjo da guarda