A Mão do Tempo

Songtext von A Mão do Tempo

AlbumVol.6
Jahr1995
Dauer3:06
OriginalsprachePortugiesisch
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Originaltext

PT
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18
Na solidão do meu peito O meu coração reclama Por amar quem está distante E viver com quem não ama Eu sei que você também Da mesma sina se queixa Querendo viver comigo Mas o destino não deixa Que bom se a gente pudesse Arrancar do pensamento E sepultar a saudade Na noite do esquecimento Mas a sombra da lembrança É igual a sombra da gente Pelos caminhos da vida Ela está sempre presente Vai lembrança e não me faça Querer o amor impossível Se o lembrar nos faz sofrer Esquecer é preferível O que adianta querer bem Alguém que já foi embora? É como amar uma estrela Que foge ao romper da aurora Arranque da nossa mente Horas distantes vivida Longas estradas que um dia Foram por nós percorrida Apague com a mão do tempo Os nossos rastros deixados Como flores que secaram No chão do nosso passado