O Ajuste de Contas

Songtext von O Ajuste de Contas

Jahr1975
GenreFolk
OriginalsprachePortugiesisch
Aufrufe31
Songtext-Koordinaten

Originaltext

PT
Noch keine Übersetzung verfügbar. Der Originaltext wird angezeigt.
18
Sete peças fabrico naquela oficina Sete peças ao dia moldadas por esta mão Sete peças suadas, forjadas em surdina Cem escudos cada uma grita do alto o patrão Setecentos escudos então valor das sete peças Acabadas, retiradas dos meus dedos ferrugentos Se por dia ganho cem e construo as sete peças Chego à conclusão que foram roubados seiscentos escudos claro Vendo a minha força de trabalho, eu vendo Que raiva que eu tinha, que força que eu tenho Deixo de ser o que fui por aquilo que vou sendo E tenho um braço e outro braço companheiros e um desmonta Vamos ao ajuste de contas Este excedente de trabalho que aqui veem Que nos é roubado dia a dia na produção Sucede também lá no campo aos camponeses Trabalhando sempre mais do que lhes paga o patrão Engrossam assim seus lucros mais de mil vezes Compram depois toda aquela maquinaria Dizem isto é nosso num ar todo matreiro Quando tudo afinal nos pertence por inteiro Vendo a minha força de trabalho, eu vendo Que raiva que eu tinha, que força que eu tenho Deixo de ser o que fui por aquilo que vou sendo E tenho um braço e outro braço companheiros e um desmonta Vamos ao ajuste de contas E sobre nossos ombros ergueram um bastião Fortaleza antiga onde moram os chacais Ali vive o vício, o vigarista e o aldrabão Mas se cai de podre não aguenta muito mais Basta pois de choros, sofrimento, hesitação Acertemos antes o passo companheiro Assaltamos de uma vez aquela podre fortaleza E ajustamos contas com um soco bem certeiro Vendo a minha força de trabalho, eu vendo Que raiva que eu tinha, que força que eu tenho Deixo de ser o que fui por aquilo que vou sendo E tenho um braço e outro braço companheiros e um desmonta Vamos ao ajuste de contas E vamos ao ajuste de contas Vamos, sim, senhora ao ajuste de contas