teoria da bondade inata

Songtext von teoria da bondade inata

Jahr2026
GenreTrap
OriginalsprachePortugiesisch
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PT
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Teoria da bondade inata Eu não acredito nessa porra Freud explica, foi o que me falaram Eu não entendi porra nenhuma e fiquei mais confuso Sempre fui só mais um neguinho que não se encaixava E eles falando nome esquisito: Cafuzo, mameluco Na minha linhagem, tem de tudo, eu sou filho do mundo E eu não entendo porra nenhuma que eles tão falando A minha vivência é ser o crioulo que eles não consomem Se não existisse o Auto-Tune, eles passava fome Se não existisse o Auto-Tune, eles não tinha nome Meu fã falou que eu sou legal, mas tenho muita neurose Ele não sabe o que eu sei, não teve a gnose Eles dizem que me conhecem, que eu sou o Satã Eu não concordo nem com o que eu vou afirmar amanhã Não gosto mais nem do almoço que eu comi ontem A divergência fez morada no peito do homem Como que esses filha da puta sabe mais que eu? Da bondade do ser humano, eu sempre fui ateu E quando eu quis acreditar, eu tomei no meu cu Queria poder cair na porrada com um tal de Rousseau Filha da puta e flamenguista nasce sendo, não se torna E é nessa hora que o caldo entorna Como explicar filosofia pro neguin raivoso? Nunca tive tempo pa ver o tempo passar Eles tão pensando na vida, eu tô vivendo nessa porra Eu tô sofrendo nessa porra, eu tô com fome nessa porra Aí, tá vendo? Já tô na neurose (já tô na neurose) Freud explica, foi o que me falaram Eu não entendi porra nenhuma e fiquei mais confuso Coé, Confúcio? Dá uma atenção Bagulho de sabedoria, me dá uma direção Ou na verdade, não fala porra nenhuma Que eu não tô com paciência pra altruísmo hoje, não Ah, não fode Eles dizem que me conhecem, que eu sou o Satã Eu não concordo nem com o que eu vou afirmar amanhã Não gosto mais nem do almoço que eu comi ontem A divergência fez morada no peito do homem Eles dizem que me conhecem, que eu sou o Satã Eu não concordo nem com o que eu vou afirmar amanhã Não gosto mais nem do almoço que eu comi ontem A divergência fez morada no peito do homem Como que esses filha da puta sabe mais que eu? Um, dois, três, quatro Anciões disseram: Somos feitos à imagem do Criador Seres desprezíveis vestem túnicas de julgador Um menor que nunca viu o mundo virando vapor Alguns já nasceram condenados aos olhos do Autor Fé no ser humano, a teoria da bondade inata Uns conhecem a graça, outros conheceram a chibata Fé no ser humano, teoria da bondade inata Quem nasceu no abismo ouve esse papo e solta uma risada Todos querem ser perdoados, querem se lavar Ninguém tem misericórdia, filho, ninguém quer perdoar O mundo jazz, o mundo que jaz do maligno Quem nasceu na pista já dançou, não é fidedigno A condescendência e a compaixão do ser caído Como acreditar em quem já nasceu corrompido? Anciões disseram: Somos feitos à imagem do Criador A criança não viu Ele quando viu o abusador Eles dizem que me conhecem, que eu sou o Satã Eu não concordo nem com o que eu vou afirmar amanhã Não gosto mais nem do almoço que eu comi ontem A divergência fez morada no peito do homem Eles dizem que me conhecem, que eu sou o Satã E eu não concordo nem com o que eu vou afirmar amanhã Não gosto mais nem do almoço que eu comi ontem A divergência fez morada no peito do homem Como que esses filha da puta sabe mais que eu? Como que esses filha da puta sabe mais que eu? Como que esses filha da puta sabe mais que eu?