Amargo

Songtext von Amargo

Jahr2002
Dauer4:10
OriginalsprachePortugiesisch
Aufrufe538
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Originaltext

PT
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18
O vinho podre que escorre das xícaras O mel amargo, o meu coração, De onde quer que tudo venha, Tudo ir prá onde nada, nunca se alcança Tenho a memória de tudo o que existe, Tudo o que é triste, alegre ou não Eu guardo as flores mortas na sala, Eu faço sala pro tempo Ainda que tarde, agora que é tarde, Sempre é cedo Ainda que tarde, agora que é noite, Eu sinto medo