Paraíso Perdido

Paraíso Perdido লিরিক্স

ধরনNativista
সময়6:26
মূল ভাষাপর্তুগিজ
ভিউ21.1K
লিরিক্স স্থানাঙ্ক

মূল লিরিক্স

PT
অনুবাদ এখনো নেই। মূল লিরিক্স দেখানো হচ্ছে।
18
Quem já leu o livro santo Conheceu o que é preciso Entendeu o paraíso Que era um lugaraço e tanto Na realidade o encanto Dos tempos de antigamente Ali não havia doente Todo mundo era sadio Céu e campo, mato e rio E primavera somente! Que beleza de lugar Diz a sagrada escritura A Lua de graça, água pura Sem BNH a incomodar Sem imposto pra pagar Sem as filas, sem bandido Sem congresso, sem partido Ontem, hoje e amanhã No meio disso, a maçã Que era o fruto proibido! É o bicho mais burro o home Pois tudo corria bem Ninguém roubava ninguém Ninguém trocava de nome Ninguém morria de fome Nem havia o diz que disse Foi preciso que existisse Um asno nessa Canaã Adão comeu a maçã Embora Deus proibisse! E a gente logo imagina Pois tudo foi de improviso A sombra do paraíso Coberto pela neblina A Eva, um florão de China O pai Adão, cabeçudo Índio grosso, sem estudo Desajeitado, sem roupa Viu a maçã dando sopa E comeu, com casca e tudo! E formou-se a confusão Depois desse desacato A Eva se foi ao mato E logo atrás o Adão Resultado, a punição Que tanto transtorno encerra Veio a doença, veio a guerra Veio a miséria, a ganância E nasceu a discordância Nos quatro cantos da terra! E o Senhor disse ao Adão Já roído pelo desgosto Tu vais, com o suor do teu rosto Comer, de hoje em diante, o pão Sentir frio, dormir no chão A vida será uma luta Daí toda a lida bruta Decretada a cada um Vivemos nesse zum-zum Só por causa de uma fruta! E foi criado o inferno O verão, a primavera O medo, a mentira, a fera A geada, o frio do inverno Além disso o padre eterno Deixou que o homem sofresse Que amasse, que envelhecesse E vivemos do serviço E, depois de tudo isso Só ia ao céu quem merecesse E seguiu a mesma farra Numa verdadeira afronta E ninguém pagava a conta Cantando que nem cigarra Com cordeona, com guitarra A cousa seguiu fervendo Deus terminou compreendendo Ante a falta de respeito Que a seguir daquele jeito O inferno acabava enchendo! E mandou Nosso Senhor O Menino de Belém O que em cada Natal vem Trazer carinho e amor Mas o homem, pecador Ao qual o dólar seduz Não quis compreender a luz Da fé e da fraternidade Jesus falava em verdade E o pregaram numa cruz! Conta a Sagrada Escritura E a gente acredita nela Que o Autor da mensagem bela De carinho e de ternura O que trazia alma pura Em todas as dimensões O Autor de mil sermões De montanha e descampado Acabou crucificado No meio de dois ladrões! E o homem que fez então Depois da morte sublime Ao invés de expiar o crime Num pedido de perdão Ou tentar a salvação Do inferno e da fogueira Chorando à sua maneira O Paraíso Perdido Muito embora arrependido Seguiu rondando a macieira